quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Horas

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Nas horas indolentes da noite
Quando o espírito se desnuda e liberta
As palavras tomam a forma das ideias
Que, encruzadas, libertam-se mansamente
Para contar epopeias e arriscadas venturas.

As horas passam.
O tempo começa a nascer
O vidro, antes transparente torna o olhar baço
Cáustico, abrasivo e dormente.

Adormece então a alma em si.
Dela emana-se uma forma opaca de grave semblante,
Mas de fraco sentir.

O tempo da palavra é escasso, insone, lúgubre.
Mal queira a sorte de quem a leva consigo
Para a ter em dejejum.





Para a Gi, pelo seu carinho e amizade.
Foto

11 comentários:

Gi disse...

Obrigada minha querida. Está lindo. Mereceu a pena este tempo de repouso, voltaste renovada e com palavra muito belas.


Um beijo de boa noite.

Mar Arável disse...

BOM REGRESSO

tb disse...

Assim é o tempo do descanso... contém o poder das palavras belas :)
beijinho

un dress disse...

li...lindo!!


bem.regressada!!:)






beijO

Gi disse...

Tenho vindo cá todos os dias para te ler...
Deixo um beijinho

Gi disse...

então?!...
outro beijo

Vera Carvalho disse...

O tempo nasce a cada perda, mas s�o os actos e as palavras que o valorizam! Lindo poema:)
Um abra�o.

Gi disse...

HORAS!

Pois já são horas de voltares ! Já passaram horas, dias, semanas ... não tarda são meses. Não vale !

Um beijinho, espero que esteja tudo bem contigo.


Noite feliz

Gi disse...

Dá notícias ...

beijos

marina disse...

aunque no entienda todas las palabras, capto la belleza de tu poesia .Me dejo llevar por las palabras.Las imagenes tambien son muy sugestivas y bellas.
quiero aprender portugues!

Servas do Altissimo disse...

lindas as tuas poesias um balsamo a alma.Paz!